quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Jesus Neopentencostal





Muito engraçado...


Se Jesus fosse neopentecostal, não venceria satanás pela palavra, mas teria o repreendido, o amarrado, mandado ajoelhar, dito que é derrotado, feito uma sessão de descarrego durante 7 terças-feiras, aí sim ele sairia. (Mt 4:1-11)

Se Jesus fosse neopentecostal, não teria feito simplesmente o “sermão da montanha”, mas teria realizado o Grande Congresso Galileu de Avivamento Fogo no Monte, cuja entrada seria apenas 250 Dracmas divididas em 4 vezes sem juros. (Mt 5:1-11)

Se Jesus fosse neopentecostal, jamais teria dito, no caso de alguém bater em uma de nossa face, para darmos a outra; Ele certamente teria mandado que pedíssemos fogo consumidor do céu sobre quem tivesse batido pois “ai daquele que tocar no ungido do senhor” (MT 5 :38-42)

Se Jesus fosse neopentecostal, não teria curado o servo do centurião de cafarnaum à distância, mas o mandaria levar o tal servo em uma de suas reuniões de milagres e lhe daria uma toalhinha ungida para colocar sobre o seu servo durante 7 semanas, aí sim, ele seria curado. (Mt 8: 5-13)

Se Jesus fosse neopentecostal, não teria multiplicado pães e peixes e distribuído de graça para o povo, de jeito nenhum!! Na verdade o pão ou o peixe seriam “adquiridos” através de uma pequena oferta de no mínimo 50 dracmas e quem comesse o tal pão ou peixe milagrosos seria curado de suas enfermidades. (Jo 6:1-15)

Se Jesus fosse neopentecostal, ele até teria expulsado os cambistas e os que vendiam pombas no templo, mas permaneceria com o comercio, desta vez sob sua gerência. (MT 21:12-13)
Se Jesus fosse neopentecostal, quando os fariseus o pedissem um sinal certamente ele imediatamente levantaria as mãos e de suas mãos sairiam vários arco-íris, um esplendor de fogo e glória se formaria em volta dele que flutuaria enquanto anjos cantarolavam: “divisa de fogo varão de guerra, ele desceu a terra, ele chegou pra guerrear”. E repetiria tal performance sempre que solicitado. (Mt 16:1-12)

Se Jesus fosse neopentecostal, nunca teria tido para carregarmos nossa cruz, perdermos nossa vida para ganhá-la, mas teria dito que nascemos para vencer e que fazemos parte da geração de conquistadores, e que todos somos  predestinados para o sucesso. E no final gritaria: receeeeeeebaaaaaa! (Lc 9:23)

Se Jesus fosse neopentecostal, não teria curado a mulher encurvada imediatamente, mas teria a convidado para a Escola de Cura para o aprender os 7... veja bem, os 7 passos para receber a cura divina. (LC 13:10-17)

Se Jesus fosse neopentecostal, de forma alguma teria entrado em Jerusalém montado num jumento, mas teria entrado numa carruagem real toda trabalhada em pedras preciosas, com Poncio Pilatos, Herodes e a cantora Maria Madalena cantando hinos de vitória “liberando” a benção sobre Jerusalém. E o povo não o receberia declarando Hosana! Mas marchariam atrás da carruagem enquanto os  apóstolos contaariam quantos milhões de pessoas estavam na primeira marcha pra Jesus. (MT 21:1-15)

Se Jesus fosse neopentecostal, ao curar o leproso (Mc 1:40-45), este não ficaria curado imediatamente, mas durante a semana enquanto ele continuasse crendo. Pois se parasse de crer.. aiaiaiaia

Se Jesus fosse neopentecostal, não teria expulsado o demônio do geraseno com tanta facilidade, Ele teria realizado um seminário de batalha espiritual para, a partir daí se iniciar o processo de libertação daquele jovem. (Mc 5:1-20)

Se Jesus fosse neopentecostal,  o texto seria assim: “ Mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um pobre entrar no reio dos céus” (Mt 19:22-24)

Se Jesus fosse neopentecostal, não teria transformado água em vinho, mas em Guaraná Dolly. (Jo 2:1-12)

Se Jesus fosse neopentecostal, ele teria sim onde recostar sua cabeça e moraria no bairro onde estavam localizados os palácios mais chiques e teria um castelo de verão no Egito. (Mt 8:20)

Se Jesus fosse neopentecostal, Zaqueu não teria devolvido o que roubou, mas teria doado seu ao ministério. (Lc 19:1-10)

Se Jesus fosse neopentecostal, não pregaria nas sinagogas, mas na recém fundada Igreja de Cristo, e Judas ao traí-lo não se mataria, mas abriria a Igreja de Cristo Renovada.

Se Jesus fosse neopentecostal, não diria que no mundo teríamos aflições, mas diria que teríamos sucesso, honra, vitória, sucesso, riquezas, sucesso, prosperidade, honra.... (Jo 16:33)

Se Jesus fosse neopentecostal, ele seria amigo de Pôncio Pilatos, apoiaria Herodes e só falaria o que os fariseus quisessem ouvir. 

Certamente, Se Jesus fosse neopentecostal, não sofreria tanto nem morreria por mim nem por você... Ele estaria preocupado com outras coisas. Ainda bem que não era.




terça-feira, 8 de novembro de 2011

Igor Lima Meu Irmão



Família é tudo esse é o meu irmão o melhor Baterista do Brasil.
Líder Jovem, Professor de EBD, Baterista e um ótimo Irmão
Segue ai a biografia do Igor Lima:


Igor Vasconcelos de Lima, nascido em 15 de Abril de 1984, diferente de muitos em sua família não havia um músico se quer, entretanto, sempre houve uma grande admiração por bateria, desde pequeno seus pais o levavam a igreja e Igor Lima se sentava no banco em frente a bateria e imitava os movimentos dos bateras, durante anos esse foi seu único contato com a música até que no fim de 2001 começou a cantar com a Comunidade Wesleyana do Grajaú sem tirar o olhos da bateria, no mesmo ano um grande amigo multi instrumentista lhe deu a oportunidade de aprender bateria, com muito entusiasmo e dedicação ao instrumento depois de dois meses foi preciso procurar um professor profissional para que as técnicas fossem aprimoradas e em 2002 foram iniciada as aulas com seu primeiro professor Thiago Caribé, com a ajuda de seu Pastor (que cedeu a bateria da igreja para os estudos) Igor Lima estudava cerca de 5 horas por dia e logo se tornou Baterista da mesma Comunidade Wesleyana do Grajaú com a qual gravou seu primeiro CD. Dentro de pouco tempo os convites para gravações e trabalhos começaram a surgir no meio Gospel. A partir de  2003 acompanhou o cantor Fábio Santiago em viagens, gravações e apresentações, em 2004 gravou seu primeiro trabalho como profissional com produção de Edson Souza. Em 2005 iniciou seus trabalhos fora do meio gospel, gravou com a banda de Rock Alta Fusão e os acompanhou em vários shows no Rio de Janeiro e adquiriu experiência com a Big Band dirigida Aloisio Filho. Em 2006 começou seus estudos de bateria e percussão com Jorge Casagrande que se tornou um grande amigo e mentor de Igor Lima até os dias de hoje. Igor Lima se aprofundou nos estudos dos ritmos brasileiros que somados à sua influência Black/Soul tornaram seu estilo e pegada o grande diferencial em sua música, no mesmo ano de 2006 e também em 2007 acompanhou a Banda gospel Profecia e o Grupo Inspirasom no meio secular. Em 2009 gravou seu primeiro DVD ao lado de Fábio Santiago e banda A Conquista. Em 2010 foi convidado por Jorge Casagrande a participar do 11° Drum Vale Jazz Festival onde foi 1° lugar na etapa Rio com a execução da música Candeeiro de Sidão Pires, a etapa contou com uma mesa de jurados de nomes como: Claudio Infante, Claudio Duarte, Daniel Batera, Junior Moraes, Leandro Pires e Alexandre Freitas, Igor Lima conseguiu cair no gosto de todos com uma bela apresentação. Com a vitória na primeira etapa Igor Lima garantiu a vaga na final em São Paulo, a música escolhida (Island Magic de Dave Weckl) foi um grande desafio por conta da complexidade e variações entre os compassos 4/4 e 7/8. Igor Lima tocou diante de jurados como: Fabiano Manhas, Mike Maeda, Niko Teixeira, entre outros. Com uma grande apresentação conquistou o 1° Lugar na categoria livre. Ainda em 2010, Igor Lima recebeu o convite de Jorge Casagrande para participar da maravilhosa Orquestra de Bateristas onde aprofunda ainda mais seus estudos de ritmos brasileiros. Igor Lima continua atuante no cenário Gospel e é baterista integrante do grande projeto instrumental CarioJazz ao lado de Fernandinho Percussão, Lucas Fernandes (Teclado) e Marcelo Guimarães (Baixo). Cada vez mais ativo no meio musical, Igor Lima já é considerado uma grande revelação da Bateria no Brasil e vem conquistando espaço no meio profissional a cada mais.  

Wellington Junior